sábado, 27 de junho de 2009

Antero de Quental


ANTERO TARQUÍNIO DE QUENTAL. Poeta lusitano, nasceu nos Açores, em 18 de abril de 1842; faleceu em 11 de setembro de 1891. Em 1886, publicou «Sonetos Completos», que os críticos consideram ser sua melhor obra poética. De idéias socialistas, foi um dos fundadores do Partido Socialista Português. O transtorno bipolar, de que padecia, levou-o ao suicídio em 1891.


O Que Diz a Morte

Deixai-os vir a mim, os que lidaram;
Deixai-os vir a mim, os que padecem;
E os que cheios de mágoa e tédio encaram
As próprias obras vãs, de que escarnecem...

Em mim, os Sofrimentos que não saram,
Paixão, Dúvida e Mal, se desvanecem.
As torrentes da Dor, que nunca param,
Como num mar, em mim desaparecem. -

Assim a Morte diz. Verbo velado,
Silencioso intérprete sagrado
Das cousas invisíveis, muda e fria,

É, na sua mudez, mais retumbante
Que o clamoroso mar; mais rutilante,
Na sua noite, do que a luz do dia.


Soneto 12 (9-15) - Luís de Camões

Soneto 12 (9-15)
(Luís de Camões)

Busque amor novas artes, novo engenho,
Para matar-me, e novas esquivanças;
Que não pode tirar-me as esperanças,
Que mal me tirará o que eu não tenho.

Olhai de que esperanças me mantenho!
Vede que perigosas seguranças!
Que não temo contrastes nem mudanças,
Andando em bravo mar, perdido o lenho.

Mas, conquanto não pode haver desgosto
Onde esperança falta, lá me esconde
Amor um mal, que mata e não se vê;

Que dias há que na alma me tem posto
Um não sei quê, que nasce não sei onde.
Vem não sei como, e dói não sei por quê.

Sem Poupar Coração - Nana Caymmi

Nana Caymmi - Sem Poupar Coração

1. Sem poupar coração
2. Contradições
3. Caju em flor
4. Senhorinhas
5. Bons momentos
6. Visão
7. Dúvida
8. Confissão
9. Fora de hora
10. Pra quem ama demais
11. Diamante rubi
12. Esmeraldas
13. Violão
14. Não se esqueça de mim

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Balaio de Amor - Elba Ramalho

Elba Ramalho - Balaio de Amor

1. Fuxico
2. Um baião chamado saudade
3. Riso cristalino
4. Não lhe solto mais
5. Me dá meu coração
6. Oferendar
7. É só você querer
8. Recado
9. D'estar
10. Ilusão nada mais
11. Se tu quiser
12. Seu aconchego
13. Bebedouro
14. Quem é você

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Canta Luiz Gonzaga - Zé Ramalho

Zé Ramalho - Canta Luiz Gonzaga

1. Amanhã eu vou
2. Baião / Imbalança / Asa branca
3. Asa branca
4. No meu pé de serra / O xote das meninas / Qui nem jiló
5. Assum preto
6. Não vendo, nem troco (com Dominguinhos)
7. ABC do sertão (com Xuxa)
8. Boiadeiro / Paraíba
9. Paraíba
10. Pau de arara (com Dominguinhos)
11. Olha pro céu / São João da roça
12. Fica mal com Deus (com Luiz Gonzaga)

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Zii e Zie - Caetano Veloso

Caetano Veloso - Zii e Zie

1. Perdeu
2. Sem cais
3. Por quem?
4. Lobão tem razão
5. A cor amarela
6. Base de Guantánamo
7. Falso Leblon
8. Incompatibilidade de gênios
9. Tarado ni você
10. Menina da Ria
11. Ingenuidade
12. Lapa
13. Diferentemente

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Sacos Plásticos - Titãs

Titãs - Sacos Plásticos

1. Amor por dinheiro
2. Antes de você
3. Sacos plásticos
4. Porque eu sei que é amor
5. A estrada
6. Agora eu vou sonhar
7. Quanto tempo
8. Deixa eu sangrar
9. Problema
10. Não espere perfeição
11. Quem vai salvar você do mundo
12. Múmias
13. Deixa eu entrar
14. Nem mais uma palavra


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Soneto 2 (13-19) - Luís de Camões

Soneto 2 (13-19)
(Luís de Camões)

Alma minha gentil, que te partiste
Tão cedo desta vida descontente,
Repousa lá no Céu eternamente
E viva eu cá na terra sempre triste.

Se lá no assento etéreo, onde subiste,
Memória desta vida se consente,
Não te esqueças daquele amor ardente,
Que já nos olhos meus tão puro viste.

E se vires que pode merecer-te
Alguma coisa a dor que me ficou
Da mágoa, sem remédi0, de perder-te,

Roga a Deus, que teus anos encurtou,
Que tão cedo de cá me leve a ver-te,
Quão cedo de meus olhos te levou.

Via-Láctea - Soneto XI - Olavo Bilac

Via-Láctea - Soneto XI
(Olavo Bilac)

De outras sei que se mostram menos frias,
Amando menos do que amar pareces.
Usam todas as lágrimas e preces:
Tu de acerbas risadas e ironias.

De modo tal minha atenção desvias,
Com tal perícia meu engano teces,
Que, se gelado o coração tivesses,
Certo, querida, mais ardor terias.

Olho-te: cega ao meu olhar te fazes...
Falo-te - e com que fogo a voz levanto! -
Em vão... Finges-te surda às minhas frases...

Surda: e nem ouves meu amargo pranto!
Cega: e nem vês a nova dor que trazes
À dor antiga que doía tanto!


Versos Íntimos - Augusto dos Anjos

Versos Íntimos
(Augusto dos Anjos)

Vês! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de tua última quimera.
Somente a ingratidão - esta pantera -
Foi tua companheira inseparável!

Acostuma-te à lama que te espera!
O Homem, que, nesta terra miserável,
Mora, entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera.

Toma um fósforo. Acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro,
A mão que afaga é a mesma que apedreja.

Se a alguém causa inda pena a tua chaga,
Apedreja essa mão vil que te afaga,
Escarra nessa boca que te beija!

Luís de Camões




LUÍS VAZ DE CAMÕES. O maior poeta lusitano e um dos maiores da Humanidade. Nasceu por volta de 1524, em lugar desconhecido, faleceu em Lisboa, em 10 de junho de 1580. Pertencia à escola classicista. Entre sua vasta obra, a mais significativa é a epopéia Os Lusíadas.


Soneto 88 (24-29)

Sete anos de pastor Jacó servia
Labão, pai de Raquel, serrana bela;
Mas não servia ao pai, servia a ela,
Que a ela só por prêmio pretendia.

Os dias, na esperança de um só dia,
Passava, contentando-se com vê-la;
Porém o pai, usando de cautela,
Em lugar de Raquel lhe dava Lia.

Vendo o triste pastor que com enganos
Lhe fora assim negada a sua pastora,
Como se a não tivera merecida,

Começa de servir outros sete anos,
Dizendo: - Mais servira, se não fora
Para tão longo amor tão curta a vida!

Cruz e Sousa





JOÃO DA CRUZ E SOUSA. Poeta brasileiro, nascido em Nossa Senhora do Desterro (atual Florianópolis), em 24 de novembro de 1861, falecido em Estação do Sítio, em 19 de março de 1898. Foi um dos precursores do simbolismo no Brasil. Seus poemas são marcados por impressionante musicalidade, pelo individualismo, pelo sensualismo e por uma obsessão pela cor branca. É Patrono da Cadeira 15 da Academia Catarinense de Letras.

Em Sonhos...


Nos Santos óleos do luar, floria
Teu corpo ideal, com o resplendor da Helade...
E em toda a etérea, branda claridade
Como que erravam fluidos de harmonia...


As Águias imortais da Fantasia

Deram-te as asas e a serenidade

Para galgar, subir a Imensidade

Onde o clarão de tantos sóis radia.


Do espaço pelos límpidos velinos
Os Astros vieram claros, cristalinos,
Com chamas, vibrações, do alto, cantando...

Nos santos óleos do luar envolto
Teu corpo era o Astro nas esferas solto,
Mais Sóis e mais Estrelas fecundando!

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Castro Alves




ANTÔNIO FREDERICO DE CASTRO ALVES. Poeta brasileiro, nascido em Curralinho (atualmente Castro Alves), Estado da Bahia, em 14 de março de 1847; falecido em Salvador, aos 24 anos de idade, em 6 de julho de 1871. Conhecido por «Poeta dos Escravos», em razão da sua poesia marcadamente contrária à escravidão. É o Patrono da Cadeira 7 da Academia Brasileira de Letras.

7ª Sombra - Dulce

Se houvesse ainda talismã bendito
Que desse ao pântano - a corrente pura,
Musgo - ao rochedo, festa - à sepultura,
Das águias negras - harmonia ao grito...,

Se alguém pudesse ao infeliz precito
Dar lugar no banquete da ventura...
E tocar-lhe o velar da insônia escura
No poema dos beijos - infinito...,

Certo. . . serias tu, donzela casta,
Quem me tomasse em meio do Calvário
A cruz de angústias que o meu ser arrasta!. . .

Mas, se tudo recusa-me o fadário,
Na hora de expirar, ó Dulce, basta
Morrer beijando a cruz de teu rosário!...

Bocage



MANUEL MARIA BARBOSA DU BOCAGE. Poeta português, maior representante do arcadismo lusitano. Nasceu em Setúbal, em 15 de setembro de 1765; faleceu em 21 de dezembro de 1805. Em 1791, ingressou na Academia das Belas Letras ou Nova Arcádia, adotando o pseudônimo Elmano Sadino. Em meados de 1786, passou pela Cidade do Rio de Janeiro, encantando-se com suas belezas naturais. Conhecido pela sua poesia satírica, destacou-se, também, por seu incomparável lirismo.

Soneto IV

Meu ser evaporei na lida insana
Do tropel de paixões que me arrastava;
Ah! cego eu cria, ah! mísero eu sonhava
Em mim quase imortal a essência humana!

De que inúmeros sóis a mente ufana
Existência falaz me não dourava!
Mas eis sucumbe Natureza escrava
Ao mal que a vida em sua origem dana.

Prazeres, sócios meus, e meus tiranos!
Esta alma, que sedenta em si não coube,
No abismo vos sumiu dos desenganos.

Deus, ó Deus! Quando a morte a luz me roube,
Ganhe um momento o que perderam anos,
Saiba morrer o que viver não soube.


quinta-feira, 25 de junho de 2009

Faro - Vander Lee


Vander Lee - Faro

01. EU E ELA
02. DO BÃO
03. FAROL
04. FUI
05. PONTO DE LUZ
06. NINGUÉM VAI TIRAR VOCÊ DE MIM
07. OBSCURIDADE
08. O BAILE DOS ANJOS
09. NUNCA NÃO
10. NEGA NAGÔ
11. CACOS
12. DESEJO DE FLOR


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Pelo Sabor do Gesto - Zélia Duncan

Zélia Duncan - Pelo Sabor do Gesto

1. Pelo Sabor do Gesto
(As-tu dejà aimé?, de Alex Beaupain, versão Zélia Duncan)

2. Sinto Encanto
(Moska / Zélia Duncan)

3. Tudo Sobre Você
(John Ulhoa / Zélia Duncan)

4. Telhados de Paris
(Nei Lisboa)

5. Se Um Dia Me Quiseres
(Zélia Duncan / Zeca Baleiro)

6. Se Eu Fosse
(Dante Ozzetti / Zélia Duncan)

7. Os Dentes Brancos do Mundo
(Marcos Valle / Paulo Sérgio Valle)

8. Todos os Verbos
(Marcelo Jeneci / Zélia Duncan)

9. Ambição
(Rita Lee)

10. Duas Namoradas
(Itamar Assumpção / Alice Ruiz)

11. Nem Tudo
(Edu Tedeschi / Zélia Duncan)

12. Aberto [Faixa 11]
(Edu Tedeschi / Zélia Duncan)

13. Esporte Fino Confortável
(Chico César / Zélia Duncan)

14. Boas Razões
(De Bonnes Raisons, de Alex Beaupain, versão Zélia Duncan)



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segunda-feira, 22 de junho de 2009

Raimundo Correia


RAIMUNDO DA MOTA DE AZEVEDO CORREIA foi juiz e poeta parnasiano brasileiro. Nasceu em 13 de maio de 1859, a bordo do navio São Luiz, ancorado em águas maranhenses; morreu em 13 de setembro de 1911, em Paris. Iniciou sua carreira poética com o livro «Primeiros Sonhos». Adotou como tema de suas poesias a perfeição formal dos objetos. Sua poesia foi marcada por um forte pessimismo.

As Pombas

Vai-se a primeira pomba despertada...
Vai-se outra mais... mais outra... enfim dezenas
De pombas vão-se dos pombais, apenas
Raia sangüínea e fresca a madrugada...

E à tarde, quando a rígida nortada
Sopra, aos pombais, de novo, elas serenas,
Ruflando as asas, sacudindo as penas,
Voltam todas em bando e em revoada...

Também dos corações onde abotoam,
Os sonhos, um a um, céleres voam,
Como voam as pombas dos pombais;

No azul da adolescência as asas soltam,
Fogem... Mas aos pombais as pombas voltam,
E eles aos corações não voltam mais.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Gregório de Matos


GREGÓRIO DE MATOS GUERRA. Poeta barroco nascido em Salvador/BA, em 20 de dezembro de 1623, falecido em Recife/PE em 1696. Foi contenporâneo do Padre Antônio Vieira. Formou-se em Direito, em 1661, pela Universidade de Coimbra. Conhecido como «Boca do Inferno», em função de sua poesia satírica. Considerado como o iniciador da literatura brasileira.



Soneto VI 

A cada canto um grande Conselheiro,
Que nos quer governar cabana e vinha: 
Não sabem governar sua cozinha, 
E podem governar o Mundo inteiro. 

Em cada porta um bem freqüente Olheiro, 
Da vida do vizinho e da vizinha, 
Pesquisa, escuta, espreita e esquadrinha 
Para o levar à Praça e ao Terreiro. 

Muitos Mulatos desavergonhados, 
Trazidos pelos pés aos Homens nobres; 
Posta nas palmas toda a picardia. 

Estupendas usuras nos mercados: 
Todos os que não furtam, muito pobres: 
Eis aqui a Cidade da Bahia.

domingo, 7 de junho de 2009

Bons Ventos Sempre Chegam - Luiza Possi



Luiza Possi - Bons Ventos Sempre Chegam

01. Vou adiante - Baseado no Tema plus Viviant - Part. especial Lokua Kanza
02. Tudo Certo
03. Queixo caído
04
. Toda vez
05. Eu espero
06. Pode me dar
07. Cantar
08. Minha mãe
09. Pipoca contemporânea

10. Agora já é tarde
11. Ao meu redor
12. De graça
13. Paisagem

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Machado de Assis





JOAQUIM MARIA MACHADO DE ASSIS era cronista, contista, dramaturgo, jornalista, poeta, novelista, romancista, crítico e ensaísta. Nasceu no Rio de Janeiro, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. É o fundador da Cadeira n° 23 da Academia Brasileira de Letras, escolhendo o nome, para Patrono dessa Cadeira, do amigo, de quem era profundo admirador, José de Alencar, que morrera cerca de vinte anos antes da fundação da ABL. Ocupou por mais de dez anos a presidência da Academia, que passou a ser chamada também de Casa de Machado de Assis.

Círculo Vicioso

Bailando no ar, gemia inquieto vaga-lume:
- «Quem me dera que fosse aquela loura estrela,
Que arde no eterno azul, como uma eterna vela!»
Mas a estrela, fitando a lua, com ciúme:

- «Pudesse eu copiar o transparente lume,
Que, da grega coluna à gótica janela,
Contemplou, suspirosa, a fronte amada e bela!»
Mas a lua, fitando o sol com azedume:

- «Mísera! Tivesse eu aquela enorme, aquela
Claridade imortal, que toda a luz resume!»
Mas o sol, inclinando a rútila capela:

- «Pesa-me esta brilhante auréola de nume...
Enfara-me esta azul e desmedida umbela...
Por que não nasci eu um simples vaga-lume?»

Pensamentos...



«Mesmo a mulher mais sincera esconde algum segredo no fundo do seu coração.» (Kant)

«Assim como se diz que a hipocrisia é o maior elogio da virtude, a arte de mentir é o mais forte reconhecimento da força da verdade.» (William Hazlitt)

«Conhecer a verdade não é o mesmo que amá-la e amar a verdade não equivale a deleitar-se com ela.» (Confúcio)

«A água corre tranqüila quando o rio é fundo.» (William Shakespeare)

«O repouso é bom, mas o tédio é irmão do repouso.» (Voltaire)

«Você será avarento se conviver com homens mesquinhos e avarentos. Será vaidoso se conviver com homens arrogantes. Jamais se livrará da crueldade se compartilhar sua casa com um torturador. Alimentará sua luxúria confraternizando-se com os adúlteros. Se quer livrar-se de seus vícios, mantenha-se afastado do exemplo dos viciados.» (Sêneca)

«É extremamente fácil enganar a si mesmo, pois o homem geralmente acredita no que deseja» (Demóstenes)

«Precisamos parecer um pouco com os outros para compreender os outros, mas precisamos ser um pouco diferentes para amá-los.» (Paul Géraldy)

«O que sabemos é uma gota e o que ignoramos é um oceano.» (Isaac Newton)

«Na atual sociedade, em que os valores estão invertidos, o dinheiro é capaz de comprar tudo, inclusive a verdade, a amizade e o amor. Mas, findo o dinheiro, esgotam-se, também, e ao mesmo tempo, as verdades, as amizades e os amores por ele comprados.» (Herbert Haeckel)

Curiosidades

Calcula-se que há 100 milhões de insetos para cada ser humano.

A maior borboleta do mundo é a Queen Alexandra Birdwing, encontrada numa pequena área da floresta tropical no norte da Papua Nova Guiné. A fêmea, que é maior que o macho, pode chegar a 31 cm de envergadura e ter massa de até 12kg. Está ameaçada de extinção, em razão da destruição de seu habitat natural.

O órgão sexual da aranha macha está localizado no final de uma de suas patas.

As abelhas possuem cinco olhos; três pequenos no topo da cabeça e os dois maiores na frente.

Alguns insetos conseguem viver até um ano sem a cabeça.

Uma barata pode viver até 6 dias sem a cabeça; acaba morrendo de fome, porque não tem como se alimentar.

As formigas comunicam-se por meio do olfato.

Mosquitos são atraídos duas vezes mais pela cor azul do que por qualquer outra cor.

O inseto com o maior cérebro em relação ao tamanho do corpo é a formiga.

Os mosquitos fêmeos chupam o sangue, porque necessitam das proteínas para desenvolver os ovos que carregam.

Uma asa de mosquito move-se mil vezes a cada segundo.

As moscas domésticas vivem apenas 2 semanas.

Os mosquitos causaram mais mortes do que todas as guerras juntas.

A luz dos vaga-lumes é produzida pela oxidação de uma substância química chamada luciferina na presença de uma enzima chamada luciferase, de ATP (fonte de energia) e de magnésio. A cor e o ritmo da luz variam de acordo com a espécie. O animal pode controlar a produção, a duração e a intermitência (quantas vezes acende e apaga) da luz. A luminescência é um aviso aos inimigos para que se afastem. Nos adultos, também tem a função de atrair a fêmea para o acasalamento.